Geralmente na Fórmula 1 os envolvidos com a categoria costumam dizer que dez entre dez pilotos gostam e se sentem bem em uma única pista! E ela é Spa-Francorchamps, na Bélgica! O traçado de maior extensão no calendário (pouco mais de sete quilômetros) é uma pista cheia de subidas e descidas, assim como curvas de média e altíssima velocidade. De quebra, ainda tem o trecho mais desafiador de todo o campeonato: a Eau Rouge. Uma curva em S em que os competidores vem de uma reta em descida e na sequência fazem o contorno já em subida praticamente de pé em baixo em um “momento” do circuito que é um ponto cego até que se consiga passar totalmente pelo local.
No próximo final de semana, os pilotos e os integrantes da categoria voltam das longas férias de um mês neste ano (após o GP da Hungria), e estarão com as “baterias” recarregadas para um super desafio. Em um traçado de longas retas, espera-se que a Mercedes volte a demonstrar o costumeiro desempenho avassalador que apresentou em algumas oportunidades durante o ano de 2017. A Ferrari, caso não apresente nenhuma solução surpreendente em seus carros, terá que trabalhar bastante para se igualar ou superar os adversários diretos nesse duelo marcante de equipes.
Spa é um local em que a chuva aparece com facilidade e também deixa o traçado de forma repentina. Uma verdadeira loteria e a partir daí tivemos etapas imprevisíveis e clássicas como aquela corrida de 1998 quando a maioria dos carros no grid bateram e Damon Hill (então com um carro Jordan) levou a melhor. O finlandês Kimi Raikkonen quase sempre se apresenta de forma absoluta nesse circuito sendo, portanto, o maior vencedor em atividade: 4 conquistas. O maior vitorioso de sempre na Bélgica é o alemão Michael Schumacher: seis vezes no degrau mais alto do pódio. Grande abraço galera, boa corrida e até a próxima!
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